quarta-feira, 23 de julho de 2014

SAIA DA MASMORRA - POSTAGEM MIL - MUDANÇA DE LOCAL DO EVENTO DE JULHO/2014

Olá amiguinhos!

Primeiramente, gostaria de parabenizar a todos vocês que nos incentivaram a chegar a essa miléssima postagem. Os comentários e o número de acesso ao blog do nosso amado evento fazem com que tenhamos empenho em trazer sempre matérias de qualidade para vocês.

Agradeço também a todos os membros que passaram pela coordenação e pela colaboração aqui no blog. Acreditem, sem suas postagens, nada disso teria sido possível.

Infelizmente, a notícia da postagem 1000 do blog não é a melhor, pois trata da mudança extraordinária do local do evento em julho de 2014. Sim, este mês o evento não vai ocorrer no nosso tradicional templo nerd, a Point HQ, mesmo tendo mudado a data do evento, devido a copa, o calendário e eventos da loja ficou apertado, e um mal entendido na combinação das datas entre a organização e a loja, tivemos de mudar para um local alternativo para que o evento deste mês pudesse ocorrer.

O novo local será na Pizzaria "El Peso", localizada na rua Tenente Possolo, 24 - Centro. O local tem ar condicionado, mesas, comida e bebida. Seguem algumas instruções para quem quiser ir ao encontro, como ônibus e referências, as quais reproduzimos abaixo:

Pra quem vem da Zona Sul pode vir de 433, 434, 464, 409, 410 e saltar no segundo ponto após a Cruz Vermelha, ou pegar o 173 e saltar no primeiro ponto após o túnel (antigo IASERJ).

Quem vem da Tijuca e Vila Isabel, tem o 433, 434, 409 e 410. Saltar em frente ao Kilograma ou Hospital Espanhol da Rua Riachuelo, atravessa a rua, entra na Av. Henrique Valladares até uma enorme sinagoga que fica na esquina da rua da pizzaria.

Vindo de Niterói, Zona Oeste ou Baixada Fluminense, a boa é saltar na Central do Brasil (inclusive pra quem vem de trem ou metro), e entrar na Rua General Caldwell, entre o posto Shell e o Rio Imagem. No fim desta rua ela vira, logo após a AV. Mém de Sá, Tenente Possolo, e são menos de 10 minutos de caminhada. Ou pode ir para Lapa e pegar qualquer ônibus em direção ao Sambódromo e saltar no segundo ponto após a Cruz Vermelha.

Até agora confirmadas as mesas de DCC RPG do Diogo Nogueira, e a mesa de GURPS 4E narrador por mim, com uma adaptação do jogo XCOM. Ainda estamos a espera da confirmação de mais duas mesas, e em breve informaremos na postagem de previsão das mesas.

Espero que todos compreendam e que compareçam em massa!

Let's game!

Edson Sorrilha.

domingo, 20 de julho de 2014

Como Foi o 2o. Encontro Marginal de RPG:


O Segundo Marginal foi muito bom, com duas mesas:

A primeira foi uma rodada de "Panic Station", um jogo de paranóia espacial que tenho gostado de jogar. Como é um boardgame, o plot da aventura é sempre o mesmo: Um grupo de soldados entra em uma estação espacial e descobre que um dos outros jogadores está infectado por um parasita. Pior, ele está tentando infectar os outros. A mesa transcorreu com algumas reviravoltas interessantes e os nã0-infectados venceram. Ao menos dessa vez.

Depois dela, e entrando na madrugada, tivemos uma excelente mesa do Max, que nos trouxe uma aventura passada no Brasil de 1948.

Nesta, um grupo de soldados comuns tem de enfrentar uma multidão de famintos e estranhos acontecimentos ligados a cultura popular nacional em um sertão especialmente aterrorizante. No melhor espírito Cthulliano, e de forma extremamente respeitosa à religião umbandista, foi uma aventura de tensão crescente.

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Os Encontros Marginais de RPG são eventos bimestrais, voltados para mesas que lidam com temas mais adultos, sejam humor, terror ou envolvendo sexualidade.
É um encontro pequeno por suas características, e noturno.

Nosso próximo encontro será em setembro, com data e local ainda a serem confirmados.
é vetada, por motivos óbvios, a participação de menores.

Agradeço aos presentes,mas  em especial dessa vez ao Max, pela mesa, e ao André, com quem é sempre um prazer conversar e que foi ao encontro pela primeira vez.

Brega.

Em tempo: O "Marginal" ocorre no Rio de janeiro, mas é uma proposta que, a quem interessar, pode ser reproduzida em outras cidades. Se interessar, conversa com a gente na comunidade Encontros Marginais de RPG . 

Quanto mais espaços de jogos, melhor, mas sempre com o devido cuidado, lembrando que pessoas não-jogadoras nem sempre podem entender os jogos, e por isso, o encontro pode ser aberto, mas em locais adequados para isso.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Além de Dungeons & Dragons, quarta parte – D&D? Próximo!

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 Salve, galera da masmorra! Se o negócio aqui é sair da masmorra, nada mais adequado do que avaliar a que veio a mais recente incursão da Wizards of the Coast dentro do calabouço mais antigo e clássico de que se tem notícia – falo, obviamente, do D&D Next – e, se virmos que não dá pé, por que não darmos uma olhada em alternativas, digo, RPGs de temática fantástica, alguns na masmorra, a maioria, não.

Pois bem. Next em português traduz-se por próximo. Faz sentido, uma vez q o D&D Next (é “next” e pronto, não usarei “quinta edição”, muito menos simplesmente “D&D”, como quer a WoC) é o mais recente membro de uma extensa linha de jogos da mesma família, como todo o mundo sabe. O importante aqui é notar, contudo, não o óbvio, mas sim que próximo denota futuro, um novo membro numa sequência, o que por sua vez implica tudo o que rotineiramente se associa ao novo: acima de tudo, inovação.

Bem. Quem deu uma olhada ou, melhor, quem analisou de cabo a rabo o Next (A edição básica, o PDF grátis) pôde constatar sem a menor sombra de dúvida que, resumindo, nos apresentaram uma versão muito próxima das regras da terceira edição; para ser mais preciso, uma mistura de uma versão simplificada ou “light” dessas regras com uma pitada aqui e ali de ideias tiradas de outras edições.

Não vi mal nenhum nisso. Para quem não conhece o D&D, o Next dá uma boa introdução. E o melhor pra “moral” da WoC como empresa “idônea” é que ela não marqueteou a parada de outra forma: disse desde o início (até onde eu li) que suas intenções eram exatamente essas: fazer uma miscelânea do melhor e mais clássico das versões anteriores e ainda por cima transformar isso num pacote o mais palatável possível para o principiante. Queriam agradar à maioria. Ou algo com esse teor, nessa linha.

O meu ponto, contudo e para reatar a ponta solta do segudo parágrafo lá em cima, é que se esperava um mínimo de inovação em algo tão grande quanto uma nova edição full blown do clássico dos clássicos! Fazer um recap de tudo o que veio antes e ainda por cima simplificar é tornar uma puta edição – a terceira (salve Monte Cook, salve Jonathan Tweet!) – um biscoito água e sal dos mais vagabundos (salve, Balducco! brincadeira J). É – porque não me ocorre melhor expressão agora – uma vergonha para uma empresa desse naipe e para o jogo de que se trata. É estragar a bagaça por razões de mercado e, ainda por cima, razões mal compreendidas, digo, uma edição inovadora (salve, de novo, Monte, Jonas Everway...) poderia até vender mais do que esse biscoito insosso! É até, ainda que essa não tenha sido a intenção consciente da vendidinha da Hasbro (falo da WoC), um desrespeito aos fãs do D&D, especialmente aos veteranos!!

Eu é que não vou jogar essa m&%#@!!!

Brincadeira (com aquele fundo de verdade ;-). Mas reitero: não é de se jogar fora completamente, vale para introduzir o povo inocente que não sabe de nada na paradinha.

Essa é a minha opinião. Tem um povo lá no Facebuque que se juntou a mim e fez coro. Os desarmônicos que se manifestem.

Falando em veteranos, já que a bagaça só faz efeito em gente inocente que não sabe de nada (essa piadinha já cansou, eu sei) – falando em veteranos, o negócio então é apontar alternativas ao Next, se é que existem e se justificam como tais.

Penso especialmente em RPGs que miram o jogador experiente. Algo como o 13 Age e Pendragon, sobre os quais falarei na semana que vem.

Dito isso, WoC, que os erros presentes tornem-se arrependimentos passados e que venha o próximo!

Next!

por Fábio Gullo




Porra, Devir!

Rápido e rasteiro que tem postagens mais bacanas do Fábio e do pessoal para sair aqui no Blog:

A Devir foi uma das principais responsáveis pela popularização do RPG no país. MESMO alvo de críticas (muitas merecidas), é graças a ela que muitos jogadores, eu incluido, teve a cesso a uma porção de jogos, seja na loja deles (que só depois virou "Terra Média"), seja nas traduções e eventos que eles ajudaram a fazer.

OCORRE que nada disso vem ao caso, no presente momento.

Se esta imagem saiu, de fato. da Devir (até onde eu sei, saiu), mandaram muito mal nesse sexismo.

Nada contra as moças, que estão a trabalho, mas foi um comentário desnecessário. Cabe a quem o escreveu não a chibata, o corredor polonês ou apedrejamento público, muito menos demissão sumária, mas uma critica, construtiva.

Cara, faz isso não. Tanto o autor quanto a imagem da Devir merecem um pouco mais de seriedade.

Humor sempre é bem-vindo, mas vamos nos lembrar de que mulheres não são NPCs.
E nem os jogadores de RPG u bando de tarados desocupados.

Revejam os conceitos, que a coisa não é por aí.

(Agradeço ao Alan pela noticia).

EDITANDO:
Estou colocando um vídeo extra. Ele discute a questão da representação feminina em jogos eletrônicos, mas acho que soma bastante à questão.

Ele me foi apresentado pela Åsa Dahlström Heuser, defensora de direitos civis e uma feminista que respeito.


E que fique a ressalva que não acho a Devir uma espécie de "Darth Vader" editorial.
Entendo que seja uma exceção mas, nem por isso,deixar de ser criticado, para que não se transforme em rotina.

Brega.